A palavra de Deus
quarta-feira, 25 de maio de 2016
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Gálatas: 1. 6. Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, 7. o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. 8. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. 9. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. 10. Pois busco eu a kit gora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. - Bíblia JFA Offline
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
325 D.C – É realizado o Concílio de Nicéia, atual cidade de Iznik, província de Anatólia ( nome que se costuma dar à antiga Ásia Menor ), na Turquia asiática. A Turquia é um país euro-asiático, constituído por uma pequena parte européia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Este foi o primeiro Concílio Ecumênico da Igreja, convocado pelo Imperador Flavius Valerius Constantinus ( 285 - 337 d.C ), filho de Constâncio I. Quando seu pai morreu em 306, Constantino passou a exercer autoridade suprema na Bretanha, Gália ( atual França ) e Espanha. Aos poucos, foi assumindo o controle de todo o Império Romano.
Desde Lúcio Domício Aureliano ( 270 - 275 d.C ), os Imperadores tinham abandonado a unidade religiosa, com a renúncia de Aureliano a seus "direitos divinos", em 274. Porém, Constantino, estadista sagaz que era, inverteu a política vigente, passando, da perseguição aos cristãos, à promoção do Cristianismo, vislumbrando a oportunidade de relançar, através da Igreja, a unidade religiosa do seu Império. Contudo, durante todo o seu regime, não abriu mão de sua condição de sumo-sacerdote do culto pagão ao "Sol Invictus". Tinha um conhecimento rudimentar da doutrina cristã e suas intervenções em matéria religiosa visavam, a princípio, fortalecer a monarquia do seu governo.
Na verdade, Constantino observara a coragem e determinação dos mártires cristãos durante as perseguições promovidas por Diocleciano, em 303. Sabia que, embora ainda fossem minoritários ( 10% da população do império ), os cristãos se concentravam nos grandes centros urbanos, principalmente em território inimigo. Foi uma jogada de mestre, do ponto de vista estratégico, fazer do Cristianismo a Religião Oficial do Império : Tomando os cristãos sob sua proteção, estabelecia a divisão no campo adversário. Em 325, já como soberano único, convocou mais de 300 bispos ao Concílio de Nicéia. Constantino visava dotar a Igreja de uma doutrina padrão, pois as divisões, dentro da nova religião que nascia, ameaçavam sua autoridade e domínio. Era necessário, portanto, um Concílio para dar nova estrutura aos seus poderes.
E o momento decisivo sobre a doutrina da Trindade ocorreu nesse Concílio. Trezentos Bispos se reúnem para decidir se Cristo era um ser criado ( doutrina de Arius ) ou não criado, e sim igual e eterno como Deus Seu Pai ( doutrina de Atanásio ). A igreja acabou rejeitando a idéia ariana de que Jesus era a primeira e mais nobre criatura de Deus, e afirmou que Ele era da mesma "substância" ou "essência" ( isto é, a mesma entidade existente ) do Pai. Assim, segundo a conclusão desse Concílio, há somente um Deus, não dois; a distância entre Pai e Filho está dentro da unidade divina, e o Filho é Deus no mesmo sentido em que o Pai o é. Dizendo que o Filho e o Pai são "de uma substância", e que o Filho é "gerado" ("único gerado, ou unigênito", João 1. 14,18; 3. 16,18, e notas ao texto da NVI), mas "não feito", o Credo Niceno, estabelece a Divindade do homem da Galiléia, embora essa conclusão não tenha sido unânime. Os Bispos que discordaram, foram simplesmente perseguidos e exilados.
Com a subida da Igreja ao poder, discussões doutrinárias passaram a ser tratadas como questões de Estado. E na controvérsia ariana, colocava-se um obstáculo grande à realização da idéia de Constantino de um Império universal que deveria ser alcançado com a uniformidade da adoração divina.
O Concílio foi aberto formalmente a 20 de maio, na estrutura central do palácio imperial, ocupando-se com discussões preparatórias na questão ariana, em que Arius, com alguns seguidores, em especial Eusébio, de Nicomédia ; Teógnis, de Nice, e Maris, de Chalcedon, parecem ter sido os principais líderes. Como era costume, os bispos orientais estavam em maioria. Na primeira linha de influência hierárquica estavam três arcebispos : Alexandre, de Alexandria ; Eustáquio, de Antioquia e Macário, de Jerusalém, bem como Eusébio, de Nicomédia e Eusébio, de Cesaréia. Entre os bispos encontravam-se Stratofilus, bispo de Pitiunt ( Bichvinta, reino de Egrisi ). O ocidente enviou não mais de cinco representantes na proporção relativa das províncias : Marcus, da Calabria ( Itália ) ; Cecilian, de Cartago ( África ) ; Hosius, de Córdova ( Espanha ) ; Nicasius, de Dijon ( França ) e Domnus, de Stridon ( Província do Danúbio ). Apenas 318 bispos compareceram, o que equivalia a apenas uns 18% de todos os bispos do Império. Dos 318, poucos eram da parte ocidental do domínio de Constantino, tornando a votação, no mínimo, tendenciosa. Assim, tendo os bispos orientais como maioria e a seu favor, Constantino aprovaria com facilidade, tudo aquilo que fosse do seu interesse.
As sessões regulares, no entanto, começaram somente com a chegada do Imperador. Após Constantino ter explicitamente ordenado o curso das negociações, ele confiou o controle dos procedimentos a uma comissão designada por ele mesmo, consistindo provavelmente nos participantes mais proeminentes desse corpo. O Imperador manipulou, pressionou e ameaçou os partícipes do Concílio para garantir que votariam no que ele acreditava, e não em algum consenso a que os bispos chegassem. Dois dos bispos que votaram a favor de Arius foram exilados e os escritos de Arius foram destruídos. Constantino decretou que qualquer um que fosse apanhado com documentos arianistas estaria sujeito à pena de morte.
Mas a decisão da Assembléia não foi unânime, e a influência do imperador era claramente evidente quando diversos bispos de Egito foram expulsos devido à sua oposição ao credo. Na realidade, as decisões de Nicéia foram fruto de uma minoria. Foram mal entendidas e até rejeitadas por muitos que não eram partidários de Ário. Posteriormente, 90 bispos elaboraram outro credo ( O "Credo da Dedicação" ) em, 341, para substituir o de Nicéia. (...) E em 357, um Concílio em Smirna adotou um credo autenticamente ariano.
Portanto, as orientações de Constantino nessa etapa foram decisivas para que que o Concílio promulgasse o credo de Nicéia, ou a Divindade de Cristo, em 19 de Junho de 325. E com isso, veio a conseqüente instituição da Santíssima Trindade e a mais discutida, ainda, a instituição do Espírito Santo, o que redundou em interpolações e cortes de textos sagrados, para se adaptar a Bíblia às decisões do conturbado Concílio e outros, como o de Constantinopla, em 38l, cujo objetivo foi confirmar as decisões daquele.
A concepção da Trindade, tão obscura, tão incompreensível, oferecia grande vantagem às pretensões da Igreja. Permitia-lhe fazer de Jesus Cristo um Deus. Conferia a Jesus, que ela chama seu fundador, um prestígio, uma autoridade, cujo esplendor recaia sobre a própria Igreja católica e assegurava o seu poder, exatamente como foi planejado por Constantino. Essa estratégia revela o segredo da adoção trinitária pelo concílio de Nicéia.
Os teólogos justificaram essa doutrina estranha da divinização de Jesus, colocando no Credo a seguinte expressão sobre Jesus Cristo : “Gerado, não criado”. Mas, se foi gerado, Cristo não existia antes de ser gerado pelo Pai. Logo, Ele não é Deus, pois Deus é eterno ! Espelhando bem os novos tempos, o Credo de Nicéia não fez qualquer referência aos ensinamentos de Jesus. Faltou nele um "Creio em seus ensinamentos", talvez porque já não interessassem tanto a uma religião agora sócia do poder Imperial Romano.
Mesmo com a adoção do Credo de Nicéia, os problemas continuaram e, em poucos anos, a facção arianista começou a recuperar o controle. Tornaram-se tão poderosos que Constantino os reabilitou e denunciou o grupo de Atanásio. Arius e os bispos que o apoiavam voltaram do exílio. Agora, Atanásio é que foi banido. Quando Constantino morreu ( depois de ser batizado por um bispo arianista ), seu filho restaurou a filosofia arianista e seus bispos e condenou o grupo de Atanásio.
Nos anos seguintes, a disputa política continuou, até que os arianistas abusaram de seu poder e foram derrubados. A controvérsia político/religiosa causou violência e morte generalizadas. Em 381 d.C, o imperador Teodósio ( um trinitarista ) convocou um concílio em Constantinopla. Apenas bispos trinitários foram convidados a participar. Cento e cinquenta bispos compareceram e votaram uma alteração no Credo de Nicéia para incluir o Espírito Santo como parte da divindade. A doutrina da Trindade era agora oficial para a Igreja e também para o Estado. Com a exclusiva participação dos citados bispos, a Trindade foi imposta a todos como "mais uma verdade teológica da igreja". E os bispos, que não apoiaram essa tese, foram expulsos da Igreja e excomungados.
Por volta do século IX, o credo já estava estabelecido na Espanha, França e Alemanha. Tinha levado séculos desde o tempo de Cristo para que a doutrina da Trindade "pegasse". A política do governo e da Igreja foram as razões que levaram a Trindade a existir e se tornar a doutrina oficial da Igreja. Como se pode observar, a doutrina trinitária resultou da mistura de fraude, política, um imperador pagão e facções em guerra que causaram mortes e derramamento de sangue.
As Igrejas Cristãs hoje em dia dizem que Constantino foi o primeiro Imperador Cristão, mas seu "cristianismo" tinha motivação apenas política. É altamente duvidoso que ele realmente aceitasse a Doutrina Cristã. Ele mandou matar um de seus filhos, além de um sobrinho, seu cunhado e possivelmente uma de suas esposas. Ele manteve seu título de alto sacerdote de uma religião pagã até o fim da vida e só foi batizado em seu leito de morte.
************
OBS : Em 313 d.C., com o grande avanço da "Religião do Carpinteiro", o Imperador Constantino Magno enfrentava problemas com o povo romano e necessitava de uma nova Religião para controlar as massas. Aproveitando-se da grande difusão do Cristianismo, apoderou-se dessa Religião e modificou-a, conforme seus interesses. Alguns anos depois, em 325 D.C, no Concílio de Nicéia, é fundada, oficialmente, a Igreja Católica...
Há que se ressaltar que, "Igreja" na época de Jesus, não era a "Igreja" que entendemos hoje, pois se lermos os Evangelhos duma ponta à outra veremos que a palavra «Igreja», no sentido que hoje lhe damos, nem sequer neles é mencionada exceto por aproximação e apenas três vezes em dois versículos no Evangelho de Mateus (Mt 16, 18 e Mt 18, 17), pois a palavra grega original, usada por Mateus, ekklêsia, significa simplesmente «assembleia de convocados», neste caso a comunidade dos seguidores da doutrina de Jesus, ou a sua reunião num local, geralmente em casas particulares onde se liam as cartas e as mensagens dos apóstolos. Sabemo-lo pelo testemunho de outros textos do Novo Testamento, já que os Evangelhos a esse respeito são omissos. Veja-se, por exemplo, a epístola aos Romanos (16, 5) onde Paulo cita o agrupamento (ekklêsia) que se reunia na residência dum casal de tecelões, Aquila e Priscila, ou a epístola a Filémon (1, 2) onde o mesmo Paulo saúda a ekklêsia que se reunia em casa do dito Filémon ; num dos casos, como lemos na epístola de Tiago (2, 2), essa congregação cristã é designada por «sinagoga». Nada disto tem a ver, portanto, com a imponente Igreja católica enquanto instituição formal estruturada e oficializada, sobretudo a partir do Concílio de Nícéia, presidido pelo Imperador Constantino, mais de 300 anos após a morte de Cristo.
Onde termina a IGREJA PRIMITIVA dos Atos dos Apóstolos e começa o Catolicismo Romano ?
Quando Roma tornou-se o famoso império mundial, assimilou no seu sistema os deuses e as religiões dos vários países pagãos que dominava. Com certeza, a Babilônia era a fonte do paganismo desses países, o que nos leva a constatar que a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico. No decorrer dos anos, os Líderes da época começaram a atribuir a si mesmos, o poder de "senhores do povo" de Deus, no lugar da Mensagem deixada por Cristo. Na época da Igreja Primitiva, os verdadeiros Cristãos eram jogados aos leões. Bastava se recusar a seguir os falsos ensinamentos e o castigo vinha a galope. O paganismo babilônico imperava a custa de vidas humanas.
No ano 323 d.C, o Imperador Constantino professou conversão ao Cristianismo. As ordens imperiais foram espalhadas por todo o império : As perseguições deveriam cessar ! Nesta época, a Igreja começou a receber grandes honrarias e poderes mundanos. Ao invés de ser separada do mundo, ela passou a ser parte ativa do sistema político que governava. Daí em diante, as misturas do paganismo com o Cristianismo foram crescendo, principalmente em Roma, dando origem ao Catolicismo Romano. O Concílio de Nicéia, na Ásia Menor, presidido por Constantino era composto pelos Bispos que eram nomeados pelo Imperador e por outros que eram nomeados por Líderes Religiosos das diversas comunidades. Tal Concílio consagrou oficialmente a designação "Católica" aplicada à Igreja organizada por Constantino : "Creio na igreja una, santa, católica e apostólica". Poderíamos até mesmo dizer que Constantino foi seu primeiro Papa. Como se vê claramente, a Igreja Católica não foi fundada por Pedro e está longe de ser a Igreja primitiva dos Apóstolos ...
Em resumo : Por influência dos imperadores Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano e entrou no desvio. Institucionalizou-se; surgiu o profissionalismo religioso; práticas exteriores do paganismo foram assimiladas; criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes. Toda uma estrutura teológica foi montada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal dominante, que se impunha aos fiéis com a draconiana afirmação : "Fora da Igreja não há salvação".
Além disso, Constantino queria um Império unido e forte, sem dissenções. Para manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a ditadura religiosa, as autoridades eclesiásticas romanas deviam manter a ignorância sobre as filosofias e Escrituras. A mesma Bíblia devia ser diferente. Devia exaltar Deus e os Patriarcas mas, também, um Deus forte, para se opor ao próprio Jeová dos Hebreus, ao Buda, aos poderosos deuses do Olimpo. Era necessário trazer a Divindade Arcaica Oriental, misturada às fábulas com as antigas histórias de Moisés, Elias, Isaías, etc, onde colocaram Jesus, não mais como Messias ou Cristo, mas, maliciosamente, colocaram Jesus parafraseado de divindade no lugar de Jezeu Cristna, a segunda pessoa da trindade arcaica do Hinduísmo.
Nesse quadro de ambições e privilégios, não havia lugar para uma doutrina que exalta a responsabilidade individual e ensina que o nosso futuro está condicionado ao empenho da renovação interior e não à simples adesão e submissão incondicional aos Dogmas de uma Igreja, os quais, para uma perfeita assimilação, era necessário admitir a quintessência da teologia : "Credo quia absurdum", ou seja, "Acredito mesmo que seja absurdo", criada por Tertuliano ( 155-220 ), apologista Cristão.
Disso tudo deveria nascer uma religião forte como servia ao império romano. Vieram ainda a ser criados os simbolismos da Sagrada Família e de todos os Santos, mas as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deviam ser suprimidas ou ocultadas, inclusive as obras de Sócrates e outras Filosofias contrárias aos interesses da Igreja que nascia.
Esta lógica foi adotada pelas forças clericais mancomunadas com a política romana, que precisava desta religião, forte o bastante, para impor-se aos povos conquistados e reprimidos por Roma, para assegurar-se nas regiões invadidas, onde dominava as terras, mas não o espírito dos povos ocupados. Em troca, o Cristianismo ganhava a Universalidade, pois queria se tornar "A Religião Imperial Católica Apostólica Romana", a Toda Poderosa, que vinha a ser sustentada pela força, ao mesmo tempo que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, mas que na prática, derrotava seus inimigos a golpes de espada.
Então não era da tolerância pregada pelo Cristianismo que Constantino precisava, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de longo alcance, com raízes profundas no passado e uma promessa inflexível no futuro, estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos.
Para isso, Constantino devia adaptar a Religião do Carpiteiro, dando-lhes origens divinas e assim impressionaria mais o povo o qual sabendo que Jesus era reconhecido como o próprio Deus na nova religião que nascia, haveria facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim os seus poderes ganhariam amplos limites, quase inatingíveis.
Quando Constantino morreu, em 337, foi batizado e enterrado na consideração de que ele se tornara um décimo terceiro Apóstolo, e na iconografia eclesiástica veio a ser representado recebendo a coroa das mão de Deus.
Fontes :
* UMA HISTÓRIA DA LEITURA, de Alberto Manguel, COMPANHIA DAS LETRAS – SP, 1997 ( páginas 228 a 237 ) da "LEITURA DO FUTURO" - Editora Schwarcz Ltda.
* Documentos da Igreja Cristã, de H. Bettenson
* História da Igreja Católica, Philip Hughes, Dominus
* História Universal, H.G. Wells
* Instituto São Thomás de Aquino - Fundação para Ciência e Tecnologia - Dominicanos de Lisboa - Portugal.
* http://www.angelfire.com/on2/mikemcclellan/baf.html
* http://www.anzwers.org/free/jesuschrist/index.html
OS LIVROS RETIRADOS DAS SANTAS ESCRITURAS
Os quatro evangelhos canônicos, que se acredita terem sido inspirados pelo Espírito Santo, não eram aceitos como tais no início da Igreja. O bispo de Lyon, Irineu, explica os pitorescos critérios utilizados na escolha dos quatro evangelhos ( reparem na fragilidade dos argumentos...) : "O evangelho é a coluna da Igreja, a Igreja está espalhada por todo o mundo, o mundo tem quatro regiões, e convém, portanto, que haja também quatro evangelhos. O evangelho é o sopro do vento divino da vida para os homens, e pois, como há quatro ventos cardiais, daí a necessidade de quatro evangelhos. (...) O Verbo criador do Universo reina e brilha sobre os querubins, os querubins têm quatro formas, eis porque o Verbo nos obsequiou com quatro evangelhos”.
As versões sobre como se deu a separação entre os evangelhos canônicos e apócrifos, durante o Concílio de Nicéia no ano 325 D.C, são também singulares. Uma das versões diz que estando os bispos em oração, os evangelhos inspirados foram depositar-se no altar por si só !!! ... Uma outra versão informa que todos os evangelhos foram colocados por sobre o altar, e os apócrifos caíram no chão... Uma terceira versão afirma que o Espírito Santo entrou no recinto do Concílio em forma de pomba, através de uma vidraça (sem quebrá-la), e foi pousando no ombro direito de cada bispo, cochichando nos ouvidos deles os evangelhos inspirados...
A Bíblia como um todo, aliás, não apresentou sempre a forma como é hoje conhecida. Vários textos, chamados hoje de "apócrifos", figuravam anteriormente na Bíblia, em contraposição aos canônicos reconhecidos pela Igreja.
Segundo o Dicionário Aurélio, o termo Apócrifos significa :
" Entre os Católicos, Apócrifos eram os Escritos de assuntos sagrados que não foram incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas ". ( destaque nosso ).
Obs - Note que o próprio Dicionário Aurélio registra a expressão : " divinamente inspiradas ". Por que será ?
Maria Helena de Oliveira Tricca, compiladora da obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia, diz: "Muitos dos chamados textos apócrifos já fizeram parte da Bíblia, mas ao longo dos sucessivos concílios acabaram sendo eliminados. Houve os que depois viriam a ser beneficiados por uma reconsideração e tornariam a partilhar a Bíblia. Exemplos : O Livro da Sabedoria, atribuído a Salomão, o Eclesiástico ou Sirac, as Odes de Salomão, o Tobit ou Livro de Tobias, o Livro dos Macabeus e outros mais. A maioria ficou definitivamente fora, como o famoso Livro de Enoch, o Livro da Ascensão de Isaías e os Livros III e IV dos Macabeus."
Perguntamos : Quais foram os motivos para excluir esses Livros das Santas Escrituras definitivamente ? Será que os "santos padres" daquela época se achavam superiores aos Apóstolos e mártires que vivenciaram de perto os acontecimentos relacionados a Cristo e ao judaísmo ? De que poder esses mesmos "santos padres" se revestiam a ponto de afirmarem que alguns Textos Evangélicos não representavam os ensinamentos e a Palavra de Deus ?
Visando maiores esclarecimentos, sugerimos, para aqueles que desejam aprofundar-se no assunto, uma leitura dos Livros que tratam com mais detalhe esse tema, os quais podem ser encontrados no Site Submarino :
Parte 1 e Parte 2
Existem mais de 60 evangelhos apócrifos, como os de Tomé, de Pedro, de Felipe, de Tiago, dos Hebreus, dos Nazarenos, dos Doze, dos Setenta, etc. Foi um bispo quem escolheu, no século IV, os 27 textos do atual Novo Testamento. Em relação ao Antigo Testamento, o problema só foi definitivamente resolvido no ano de 1546, durante o Concílio de Trento. Depois de muita controvérsia, acalorados debates e até luta física entre os participantes, o Concílio decretou que os livros 1 e 2 de Esdras e a Oração de Manassés sairiam da Bíblia. Em compensação, alguns textos apócrifos foram incorporados aos livros canônicos, como o livro de Judite (acrescido em Ester), os livros do Dragão e do Cântico dos Três Santos Filhos (acrescidos em Daniel) e o livro de Baruque (contendo a Epístola de Jeremias).
Os católicos não foram unânimes quanto a inspiração divina nesses livros. No Concílio de Trento houve luta corporal quando este assunto foi tratado. Lorraine Boetner ( in Catolicismo Romano ) cita o seguinte : " O papa Gregório, o grande, declarou que primeiro Macabeus, um livro apócrifo, não é canônico. O cardeal Ximenes, em sua Bíblia poliglota, exatamente antes do Concílio de Trento, exclui os apócrifos e sua obra foi aprovada pelo papa Leão X. Será que estes papas se enganaram ? Se eles estavam certos, a decisão do Concílio de Trento estava errada. Se eles estavam errados, onde fica a infalibilidade do papa como mestre da doutrina ? "
No inicio do cristianismo, os evangelhos eram em número de 315, sendo posteriormente reduzidos para 4, no Concílio de Nicéia. Tal número, indica perfeitamente as várias formas de interpretação local das crenças religiosas da orla mediterrânea, acerca da idéia messiânica lançada pelos sacerdotes judeus. Sem dúvida, este fato deve ter levado Irineu a escrever o seguinte: " Há apenas 4 Evangelhos, nem mais um, nem menos um, e que só pessoas de espírito leviano, os ignorantes e os insolentes é que andam falseando a verdade ". Disse isso, mesmo diante dos acontecimentos acima relatados e que eram de conhecimento geral.
Havia então, os Evangelhos dos Naziazenos, dos Judeus, dos Egípcios, dos Ebionistas, o de Pedro, o de Barnabé, entre outros, 03 dos quais foram queimados, restando apenas os 4 “sorteados” e oficializados no Concílio de Nicéia.
Celso, erudito romano, contemporâneo de Irineu, entre os anos 170 e 180 D.C, disse: "Certos fiéis modificaram o primeiro texto dos Evangelhos, três, quatro e mais vezes, para poder assim subtraí-los às refutações".
Foi necessária uma cuidadosa triagem de todos eles, visando retirar as divergências mais acentuadas, sendo adotada a de Hesíquies, de Alexandria; e de Pânfilo, de Cesaréía e a de Luciano, de Antióquia. Mesmo assim, só na de Luciano existem 3.500 passagens redigidas diferentemente. Disso resulta que, mesmo para os Padres da Igreja, os Evangelhos não são fonte segura e original.
Os Evangelhos que trazem a palavra "segundo", que em grego é "cata", não vieram diretamente dos pretensos evangelistas.
A discutível origem dos Evangelhos, explica porque os documentos mais antigos não fazem referência à vida terrena de Jesus.
Não é razoável supor que uma "palavra divina" possa ser alterada assim tão fácil e impunemente por mãos humanas. Que fique na dependência de ser julgada boa ou má por juízes e dignitários eclesiásticos.
Só me foi possível escrever este livro através dos conceitos que pude assimilar da obra Na Luz da Verdade, a Mensagem do Graal de Abdruschin. ( Segundo o Dic. Aurélio: Graal – Vaso Santo de esmeralda que segundo a tradição corrente nos romances de cavalaria, teria servido a Cristo na última Ceia, e no qual José de Arimateia haveria recolhido o Sangue que de Cristo jorrou quando o centurião lhe desferiu a lança ).
A maior parte do texto acima é de autoria de :
Roberto C. P. Júnior Escritor março de 1997
OUTRO TEXTO SOBRE O CONCÍLIO DE NICÉIA
Constantino, imperador romano na época, recém convertido ao cristianismo, foi pressionado por sua corte a elaborar um conceito de Deus que agradasse às facções cristãs que tinham Jesus como salvador dos pecados do mundo. Constantino convocou então em 325, o célebre Conselho e Nicéia. E entre muitas discussões durantes os debates. um grupo de altos dignitários cristãos decidiu que Deus era três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O que contraria as palavras de Jesus, pois nem no Novo Testamento nem nos textos Apócrifos, jamais se referiu à TRINDADE. O que unanimemente todos os evangelhos expressam é:
"Eu (Jesus) e o Pai somos um..."
Imperador Constantino
Foi nesse conselho que os evangelhos que não tinham o aval do Espírito Santo foram rotulados APÓCRIFOS. E de que forma se podia saber sobre essa decisão divina?....
Todos os textos religiosos até então escritos foram colocados sobre um altar. Os bispos rezaram para que aqueles que fossem falsos caíssem. E tal se deu. Restaram os Evangelhos segundo Mateus, Lucas, Marcos e João, sem que nunca se pudesse provar se a autoria é a verdadeira.
A partir de Nicéia, então, tudo o que não estivesse de acordo com os ditames de Roma era queimado ou, no mínimo, proibido. Isso não aconteceu com o Evangelho de TOMÉ porque, um monge gnóstico copio-o, encerrou-o numa urna e levou-o para o Egito, onde foi encontrado mais de 1600 anos depois, em 1945 na região de Nag Hammad.
Entre2mundos@terra.com.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Atos dos Apóstolos: 20. 29. Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho, 30. e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si. 31. Portanto vigiai, lembrando-vos de que por três anos não cessei noite e dia de admoestar com lágrimas a cada um de vós. 32. Agora pois, vos encomendo a Deus e à palavra da sua graça, àquele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados. 33. De ninguém cobicei prata, nem ouro, nem vestes. 34. Vós mesmos sabeis que estas mãos proveram as minhas necessidades e as dos que estavam comigo. 35. Em tudo vos dei o exemplo de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos, recordando as palavras do Senhor Jesus, porquanto ele mesmo disse: Coisa mais bem-aventurada é dar do que receber. - Bíblia JFA Offline
PAULO É O APÓSTOLO DOS GENTIOS
DIZ JESUS CRISTO PARA PAULO:
Eu te pus para luz dos GENTIOS, para que sejas de salvação até os confins da terra. Atos 13:47.
Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos GENTIOS, e dos reis e dos filhos de Israel. Atos 9:15
Vai, porque hei de enviar-te aos GENTIOS de longe. Atos 22:21.
Livrando-te deste povo e dos GENTIOS, a quem agora te envio. Atos 26:17.
DIZ PAULO:
Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de JESUS CRISTO por vós os GENTIOS;
Se é que tendes ouvido a dispensação da GRAÇA DE DEUS que para convosco me foi dada;
A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta GRAÇA de anunciar entre os GENTIOS, por meio do EVANGELHO, as riquezas incompreensíveis de CRISTO. Efésios 3:1,2,8.
Para o que ( digo a verdade em CRISTO, não minto ) fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos GENTIOS na fé e na verdade. I Timóteo 2:7.
Mas, quando aprouve a DEUS, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua GRAÇA,
Revelar o seu FILHO em mim para que o pregasse entre os GENTIOS, não consultei a carne nem o sangue. Gálatas 1:15,16.
E conhecendo Tiago, Cefas ( Pedro ), e João, que eram considerados como as colunas, a GRAÇA que se me havia dado, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fossemos aos GENTIOS, e eles a circuncisão ( aos JUDEUS ). Gálatas 2:9.
Porque convosco falo, GENTIOS, que enquanto for apóstolo dos GENTIOS, glorificarei o meu ministério. Romanos 11:13.
Mas irmãos, em parte vos escrevi mais ousadamente como para vos trazer outra vez à memória, pela GRAÇA que por DEUS me foi dada.
Que seja ministro de JESUS CRISTO entre os GENTIOS, ministrando o EVANGELHO DE DEUS,… Romanos 15:15,16.
Obs. – Eu não tenho nenhuma dúvida de que Paulo é o meu apóstolo, visto que sou GENTIO e não sou JUDEU. Eu não tenho nada a ver com a LEI, fui chamado por JESUS CRISTO, ressuscitado, ESPÍRITO, DEUS sobre todas as coisas, através de Paulo, para viver debaixo do AMOR E DA GRAÇA DE DEUS.
Sei que ouvindo Paulo estou ouvindo a voz de JESUS CRISTO para os dias de hoje e de sempre, e o ESPIRITO SANTO é quem me diz o que em toda a Bíblia está alinhado com a GRAÇA DE DEUS que Paulo pregou.
O que não estiver alinhado com o AMOR E COM A GRAÇA DE DEUS eu não recebo, não é pra mim; é pros JUDEUS e pra quem não recebeu JESUS CRISTO como o FILHO DE DEUS, e como o seu SALVADOR. AMÉM! E GRAÇAS A DEUS!
IMPORTANTE
GENTIO é o outro povo de DEUS aqui na terra que não é descendente da Judéia. É o povo de DEUS que não é JUDEU.
Todo o Velho Testamento, os livros de Mateus, Marcos, Lucas, e João, parte do livro de Atos, as epístolas de Tiago, João I, II e III, e Judas falam da relação de DEUS com os JUDEUS. Foram escritos especialmente para os JUDEUS.
ISAÍAS PROFETIZOU SOBRE OS GENTIOS:
Eis aqui o meu servo, que escolhí, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ELE o meu Espírito, e anunciará aos GENTIOS o juízo.
E no seu nome os GENTIOS esperarão. Mateus 12:18,21.
ATENÇÃO
Nos dias de JESUS DE NAZARÉ; ( JESUS CRISTO cumprindo sua missão por nós que hoje o recebemos como SALVADOR ), ainda não era o nosso tempo de nos relacionarmos com DEUS, ainda não era o tempo dos GENTIOS. Nosso tempo só veio através do apóstolo Paulo. Pegamos a melhor parte da história, na relação do homem com DEUS, pegamos o tempo do AMOR E DA GRAÇA DE DEUS. Tudo o que tínhamos que fazer para sermos feitos filhos de DEUS, JESUS CRISTO fez; todo o preço que tínhamos que pagar para termos: salvação, conhecimento, sabedoria, saúde, paz, proteção, prosperidade, alegria, vida com abundância e vida eterna JESUS CRISTO pagou. AMÉM! E GRAÇAS A DEUS!
Mas tem gente que prefere viver debaixo da LEI, debaixo da maldição, fazendo obras da LEI como: batismos, jejuns, santa ceia, sacrifícios, votos, dando dízimos, não entenderam que tudo isso era ou é pros JUDEUS, e pra quem não recebeu JESUS CRISTO como SALVADOR.
VEJAM:
JESUS enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo:Não ireis pelo caminho das GENTES ( GENTIOS ), nem entreis em cidades de samaritanos;
Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. Mateus 10:5,6.
Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco, também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um PASTOR. João 10:16.
Obs. – Graças a DEUS hoje eu faço parte deste rebanho ( os GENTIOS ) que só tem um PASTOR. JESUS CRISTO é o meu PASTOR
AMÉM!
GRAÇAS A DEUS!
DIZ PAULO:
E que é manifesto agora pela aparição de nosso SALVADOR JESUS CRISTO, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz, a vida e a incorrupção pelo EVANGELHO;
Para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos GENTIOS. II Timóteo 1:10,11.
O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos;
Aos quais DEUS quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os GENTIOS, que é CRISTO em vós, esperança da glória;…Colossenses 1:26,27.
PAULO DIZ QUE A SUA MISSÃO ESTÁ CUMPRIDA
Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne CUMPRO O RESTO DAS AFLIÇÕES DE CRISTO, pelo seu corpo, que é a igreja;…Colossenses 1:24.
Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do EVANGELHO que tendes ouvido; o qual foi pregado A TODA CRIATURA QUE HÁ DEBAIXO DO CÉU, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro. Colossenses 1:23.
Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação, e todos os GENTIOS a ouvissem. II Timóteo 4:17.
Obs. – Paulo foi o último homem usado por DEUS para pregar e para escrever a Bíblia, e foi o mais importante dos apóstolos, mas segundo a vontade de DEUS não viveu plenamente debaixo da GRAÇA, senão não teria sofrido tudo o que sofreu. Sendo filho de DEUS viveu como servo, serviu a JESUS CRISTO escrevendo e pregando O EVANGELHO DA GRAÇA. Hoje é o ESPÍRITO SANTO quem nos ensina, e quem nos revela o AMOR E A GRAÇA DE DEUS que está nas epistolas de Paulo e em toda a Bíblia. Somente o ESPÍRITO SANTO pode nos dá conhecimento para sabermos separar o que é LEI, e o que é GRAÇA, pois até Paulo no início andou pregando LEI.
VEJAM:
Mas aquele CONSOLADOR, o ESPÍRITO SANTO, que o PAI enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas,…João 14:26.
E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine;..I.João 2:27.
E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão,… Hebreus 8:11..
IMPORTANTE
Obs. – Se você ainda está esperando que o EVANGELHO seja pregado a toda criatura para que JESUS CRISTO volte; você está dizendo que Paulo mentiu em:Colossenses 1:23, e em II Timóteo 4:17.; e também está afirmando que o ESPÍRITO SANTO não veio, e nem se quer sabe que o ESPÍRITO SANTO é o ESPÍRITO DE JESUS CRISTO, o ESPÍRITO do único e verdadeiro DEUS.
CONCLUSÃO
Se no tempo da LEI para o homem se chegar a DEUS tinha de ouvir Moisés, hoje no tempo da GRAÇA para o homem se chegar a DEUS tem de ouvir o apóstolo Paulo. Ou então nunca vai saber nada sobre O AMOR E A GRAÇA DE DEUS, e vai está desrespeitando JESUS CRISTO que levantou Paulo como o apóstolo da GRAÇA, e apóstolo dos GENTIOS.
MEDITEM:
DIZ PAULO:
Não aniquilo a GRAÇA DE DEUS; porque, se a justiça provém da LEI ( batismos, jejuns, mandamentos, ordenanças, sacrifícios, cerimônias, votos, dízimos etc. ), segue-se que CRISTO morreu debalde ( em vão ). Gálatas 2:21.
Sabendo isto, que a LEI não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas, e matricidas, para os homicidas,
Para os fornicários, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrario à sã doutrina ( a GRAÇA ).
Conforme o EVANGELHO DA GLÓRIA DE DEUS bem-aventurado, que me foi confiado. I Timóteo 1: 9:11.
Obs. – Eu sou justo, fui justificado pelo sangue de JESUS. Estou debaixo da GRAÇA DE DEUS, então a LEI não foi feita para mim. AMÉM! GRAÇAS A DEUS!
PAULO DIZ QUE DEUS DEU A GRAÇA A ELE, MAS, PARA ELE PASSAR PARA NÓS, OS GENTIOS
VEJAM:
Por esta causa eu, Paulo sou o prisioneiro de JESUS CRISTO por vós, OS GENTIOS;
Se é que tendes ouvido a dispensação da GRAÇA DE DEUS que para convosco me foi dada. Efésios 3:1,2.
AMÉM!
GRAÇAS A DEUS!
Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido.
Josué 1:686
Jesus respondeu: "Está escrito: 'Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'".
Mateus 4:4
Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração.
Hebreus 4:12
Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.
2 Timóteo 3:16-17
MERCADOLOGIA:
Execução das atividades de negócios que encaminham o fluxo de mercadoria e serviços, partindo do produtor até o consumidor final.
Irmão, e você sabe quem é esse consumidor final?
É justamente você, que compra ou colabora de alguma forma com esse comércio que escandaliza a Palavra, e lamentavelmente o homem dissoluto que não teme à Deus, abre um ponto comercial em cada esquina, com requinte e caráter de empresa, colo um rótulo de “igreja”, mas o único objetivo é extorquir a fé dos que buscam servir ao Senhor.
Agora observem o que aconteceu quando Jesus entrou no templo e surpreendeu alguns homens comercializando, principalmente animais que seriam usados para sacrifícios em holocausto, conforme uso da lei de Moisés (Levíticos Cap. 1, 2, 3...).
Evangelho de João 2.13-16 relata que estava próxima a páscoa dos Judeus e Jesus subiu a Jerusalém, e achou no templo os que vendiam bois, ovelhas, pombos, e os cambistas assentados. E tendo feito um açoite de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas e espalhou o dinheiro dos cambiadores e derrubou as mesas. E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa do meu Pai, casa de venda.
No Evangelho de Mateus 21:13, disse Jesus: Está escrito, a minha casa será chamada casa de oração, mas vós a tendes convertidas em covil de ladrões.
Irmão, reflita, onde muitas vezes estamos buscando as bênçãos e convictos que estamos servindo ao Senhor? Porventura pode alguém encontrar o nosso Deus que é íntegro, santo, puro, em covil de ladrões?
Deus é conivente com a iniqüidade? Por isso, Jesus se indignou com o comercialismo e a profanação do templo, o qual não viu outra saída se não limpar o templo expulsando os corruptos. Suas ações foram atemorizantes, e muitos fugiram dali por causa dela.
Porém, as crianças, os cegos e os coxos, ficaram e Ele os curou, porque no Evangelho de Lucas 4.15, relata que pela virtude do Espírito Santo Jesus ensinava nas sinagogas, e anunciou: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.
Porque Jesus veio para os doentes, buscar e salvar o que havia se perdido. Agora meditem nos textos abaixo, o aprecie o resultado pela corrupção, quando se usa o nome do Senhor:
O capítulo 5 de II Reis, descreve que o general Naamã sendo agraciado pela cura da lepra, ofertou a Eliseu, profeta de Deus, grande valor de bens materiais, mas esse recusou, apesar da insistência de Naamã com ele para que a tomasse, mas ele não aceitou.
Porem, Geazi, servo do profeta Eliseu, correu atrás de Naamã, e tomou os bens que o seu senhor havia recusado. E como recompensa pela corrupção herdou a lepra que estava em Naamã.
Episódio semelhante ocorreu no Novo Testamento (Atos 8.9-23), conta que em Samaria, um certo homem chamado Simão, que anteriormente exercera naquela cidade a arte mágica e tinha iludido a gente de Samaria, dizendo que era uma grande personagem; ao qual todos atendiam, desde o mais pequeno até ao maior, dizendo:
Este é a grande virtude de Deus. Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres. E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou, de contínuo, com Filipe e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito.
Os apóstolos, que estavam em Jerusalém, ouvindo que em Samaria receberam a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João, os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo. (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus).
Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo. E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo,lhes ofereceu dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo.
Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade e ora a Deus, para que, porventura, te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura e em laço de iniqüidade.
Hoje, em muitas “igrejas”, há um comércio escancarado, principalmente na vendagem de livros, e CDs, roupas e salgados. Homens enganando o seu semelhante, dizendo aos irmãos que serão abençoados com a aquisição daquele material.
Mas a Palavra do Senhor diz outra coisa, ela diz que a unção vem de Deus. Vejam: I João 2:26, 27, diz: Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. E a unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas.
Evangelho de João 14.26, diz: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Portanto meu irmão, minha irmã, se você está vendendo, comprando, ou contribuindo de alguma forma para que haja comércio de qualquer espécie na instituição religiosa chamada “igreja”, para transformá-la em covil de ladrões, e for surpreendido pela presença do Espírito Santo do Senhor, você estará praticando a iniqüidade, e, poderá também, como aqueles que comercializavam no templo do Senhor, ser lançado fora, porque o dom de Deus não se compra e nem se alcança com o dinheiro, mas com humildade, fé e a unção do Espírito Santo, que vem do Alto.
quem tem ouvidos , ouça o que o ESPÍRITO diz às Igrejas !
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)





